19 novembro 2015
12 novembro 2015
03 novembro 2015
Naoto Kan, ex-primeiro Ministro do Japão fala em função de quando ocorreu o acidente em Fukushima (2011)
IMPORTANTÍSSIMO - ASSISTA E REPASSE
Eu venho
tentando pontuar insistentemente os efeitos nefastos da energia nuclear,
e que tudo o que gira em torno disso é de puro interesse da velha
meia-dúzia, "é lobby", nada mais..... Não se enganem....... como a
enquete do Senado perguntando se deveria haver um plebiscito ou se só
"técnicos especializados" deveriam resolver este assunto...... O risco é
muito maior e certamente irreparável, podem ter certeza disso..........
No Seminário Usinas Nucleares – Lições da experiência mundial, esta foi a fala de Naoto Kan, ex-primeiro Ministro do Japão em função de quando ocorreu o acidente em Fukushima. Vale a pena ser assistida por quem não pôde participar.
CONFIRA NO LINK A SEGUIR
23 setembro 2015
07 setembro 2015
12 julho 2015
O BRASIL E A CRISE DO DIA
A economia do Brasil esfriou? Sim!!
mas o que realmente interessa
é....... “Até quando?”
Assistimos nas
cidades, nas ruas do centro, nos pequenos comércios de bairro... “nunca havia visto um sábado à noite tão
deserto aqui na cidade. Da cachaça ao
pãozinho, todos se perguntam: “O que aconteceu?... cadê o dinheiro?’“.
Nossa geração que
cresceu em meio às crises inflacionárias mais exorbitantes de toda história do
Brasil, dadas durante os anos 1980, aprendemos pelo menos um pouquinho de
economia.
Ao que percebo, no
decorrer do 1º e do 2º mandatos do Lula, mais o 1º mandato da Dilma, o ministro
Mântega conduziu a economia concedendo créditos à população; abaixou certos
impostos que facilitaram aquisições como automóveis, imóveis e produtos
mobiliários entre outros, a fim de facilitar as vendas e as compras. Isso dinamizou a economia e produziu um
fenômeno inédito: “a menor taxa de desemprego de nossa história, inclusive,
inimaginável na economia neoliberal”. E
isso em meio a uma crise econômica mundial que só perdeu para a “Quebra da
Bolsa de NY, em 1929” (ou seria mais uma tentativa de achacamento dos países
pobres – e ricos em recursos... – pelas velhas elites conservadoras a que, de
uma maneira ou de outra, todos do mundo globalizado se viam de algum modo de
rabo preso?).
O fato é que países
emergentes, principalmente os da América Latina e da Ásia, viram na crise uma
oportunidade de se organizarem da forma menos brutal possível, o que
espantosamente, está dando certo. Nessa
oportunidade, fomenta-se ainda por agora, uma nova agenda mundial para uma
política econômica menos brutal do que aquela que o neoliberalismo, pela
extremidade das grandes asas que ganhou, vinha impondo lamentavelmente a todo o
mundo. E isso talvez tenha se
transformado num acordo que extrapola os interesses dos países pobres somente,
porque as constantes derrocadas advindas daquele modelo excludente, passou a
desmotivar também os países ricos, pois estes, ao tentarem por todos os meios apoiar
e impor a agenda neoliberal como o melhor caminho, começaram a perceber que de
fato os riscos e os efeitos nefastos desse modelo econômico, não servem mais. Certa vez imaginei uma reunião entre
republicanos e democratas discutindo os rumos do mundo, e os primeiros ainda
falavam dos abomináveis comunistas.
Imaginei Obama, logo no 1º mandato, dizendo: “Vamos ouvir pelo menos o
que eles têm a dizer”.
Divagações à parte e
mais do que os ventos que sopraram a favor, como a presença de Obama e seus
democratas, a repentina inédita do Papa Francisco, Hugo Chaves, Evo Morales,
Cristina Kirchner, Pútin, o crescimento da China etc., tudo foi fundamental,
mas percebo daqui, cá com meus botões, que o mais fundamental mesmo foi o nível
da presença de espírito atingido pela maioria das sociedades do mundo,
encontrando-se e conhecendo-se através das comunicações em tempo real por meio
das redes sociais (imaginem quando a gente se comunicar por telepatia rsrs).
Depois da posse da
Dilma em seu 2º mandato, vieram novas ondas de tentativas políticas de abalar
as estruturas que vieram dando certo até aqui.
Ataques políticos e econômicos orquestrados com a mídia alardeando
desespero, violência e instabilidade, insegurança; ações políticas em todas as
instâncias governamentais, envolvendo o que de mais vil viemos combatendo há
séculos, especialmente emanados do Congresso Nacional; tudo isso me sugere uma
tentativa só, e tão somente só, de criar confusão, embaçar a visão dos fatos,
criar desespero, instaurar o caos. Se
teatro de política instigadora a nos provar ou “alma-pequena” mesmo, realmente
não podemos deixar de reconhecer que nos últimos anos aprendemos muito e que
estamos, em grande maioria, mais conscientes do que nunca.
A crise econômica
hoje, afinal chegada ao Brasil tardiamente, veio com a marca perigosa do tal
“dragão da inflação”, que nós que vivemos os anos 80, aprendemos a domá-lo e o
enxergamos mais como uma mera lagartixa (que nos ajuda até, comendo moscas e
baratas dentro de casa).
Pra quem não sabe ou
não lembra, a receita é básica: dá-se crédito, o que significa dinheiro em
circulação, portanto, economia aquecida.
Paradoxalmente (e quem já trabalhou no comércio reconhece isso
facilmente), a economia aquecida no modelo capitalista gera naturalmente um
fenômeno universal e profundamente técnico: “a porra do olho grande, da
ganância sem limites”. Assim, o
pasteleiro, que vê seu pastel vendendo bem a R$ 2,50, resolve a curto prazo,
ganhar mais e mais. Então, em pouco
tempo seu pastel de carne já estaria custando seus R$ 4,50 ou mais se
puder. Ora, o que acontece é que o valor
real do dinheiro vai assim num crescente de desvalorização, e para saciar a
fome do terrível dragão, o pasteleiro já não pode fazer nada a não ser aumentar
seu pastel para poder pagar as contas ao menos.
Mas fique aqui bem
claro que a culpa não é nem de longe só dos pasteleiros. Há culpa também de quem paga caro pelo
pastel, emiscuindo-se de sua responsabilidade econômica. Por isso o dragão tem olhos grandes e uma
enorme boca esfomeada, mas o corpo desse dragão está mesmo é na fome das
fontes, que fornecem carne, soja, trigo, cebola, tomate etc.
Aí, você se esforça
um pouco mais pra compreender; puxa daqui, puxa dali e vai buscando as fontes
essenciais desse problema viruloso, e eis que percebe afinal que a culpa está
num sistema financeiro mundial que se firmou e se tornou burocrático, escravizador
e cruel. E como se ver livre disso? Não tem jeito, parceiro: “só encarando as
dores da liberdade e da justiça comum”.
Se você prefere a escravidão, é um direito seu; se quiser ser livre:
coragem – respeito é fundamental. Há
quem seja escravo por opção, para libertar os irmão. Todo meu respeito! mas se aceitar-se escravo
por comodismo, olha que os vampiros crescerão em você, sem dó nem piedade.
Mas e se resolver-se
não pagar as contas? Acaba a casa, a comida,
o abrigo, roupas, conforto – acaba tudo!
E é isso que cria medo, expectativa negativa, pânico; exatamente o que
alimenta esse tal sistema financeiro caduco, esclerosado e desumano. O mesmo sistema que desenvolveu os braços da
mídia e se especializou em conduzir o pavor das pessoas. Lembra do programa “Aqui e Agora”? Foi o 1º de uma série de programas horrorosos
do gênero, e que muitos de nós ainda vêem sentido em assistir por achar aquilo
sensato, normal, comum porque todo mundo vê...
Programas com o objetivo de dilatar o espetáculo da violência, com balas
e jatos de sangue sub-urbano escorrendo pela tela da TV....... Mais do que mal gosto e má intenção de quem projeta
esses programas, é o que expressa mesmo o nosso lado mais monstrengo, que tem
coragem de apreciar essas merdas.......
Sabendo de tudo isso
e mais um pouco, o governo brasileiro retirou acertadamente a maior parte do
dinheiro de circulação e não haverá alternativa a não ser o recuo dos preços,
desde o pasteleiro até as fontes, inclusive dos chupins agiotas travestidos de
gente de bem. Tudo isso a fim de
revalorizar, gradativamente, o valor de nossa moeda. É uma queda de braço e não há o que fazer por
hora, a não ser apertar o cinto, que o piloto tá de olho. Vamos resistir!! – já é fácil de perceber o
desespero dos velhos vampiros perdendo seus lacaios e não encontrando ninguém
para colocar no lugar a fim de os sustentar........ Vai-te reto...... teu banco afundou!!
Além disso,
assistimos ao empenho dos governos mundiais em buscar outra sistemática
econômica, para que todos ganhem, pois verificamos que o velho modelo
neoliberal não condiz mais com nossa dignidade.
Por isso mesmo reafirmo: “fomos provados e estamos sendo convidados a
vencer, o que não seria possível em outros tempos e por outras gerações”. Se o momento é de apertar os cintos, não
esqueçamos que todas as nações do mundo, mesmo as mais ricas, passaram por
muitos momentos iguais a este, e muitos outros piores. A diferença é que eles têm suas próprias
histórias, e nós, a nossa, que construímos de maneira mais consciente a cada
instante.
Disse-me nossa mãe,
D. Nadir, ainda antes de morrer há quase 3 anos: “Crise vai e vem, sempre teve;
passamos todas!”. Coragem!! tamo junto,
irmão marmiteiro...... é um prazer e uma
honra fazer parte do time.
Santos/SP, 12 de
julho de 2015.
Paulo S. Teixeira
02 julho 2015
01 maio 2015
"Malditos professores, que fazem o povo pensar..." ass. Beto Richa, governador pelo PSDB do Paraná (ainda)
Caras como este deviam ir pra escola fazer qq. coisa, menos
estudar...... Mais que uma atitude de violação e truculência, isso a
mim denota grande despreparo, desespero e, de fato,
incompetência....... Caras como esse devem ter seguido a carreira
política como quem "só queria se dar bem", aí, quando chegam ao poder, e
veem que a batata é mais quente do que suportariam segurar, ficam por
aí metendo bala a torto e a direito (vai ver pq no seu tempo playboy de
juventude, era lugar comum que seus pais e avós fizessem isso com o povo
miúdo, assim, como se isso fosse totalmente normal e certo - "senta a
pua", deviam dizer sorridentemente os energúmenos). Bulling pra essa geração,
devia ser estupro e espancamentos coletivos contra uma vitma apenas, no
mínimo......
INDIGNAÇÃO PROFUNDA
FORA, CARCARÁS IMUNDOS
22 abril 2015
11 abril 2015
25 novembro 2014
Pagamento de professores não entrará no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal
DISPONÍVEL EM.......
24 outubro 2014
19 outubro 2014
20 setembro 2014
01 fevereiro 2014
Frei Betto: "Cura gay", modesta contribuição
30/07/2013 - 03h30
"Se
uma pessoa é gay, procura Deus e tem boa vontade, quem sou eu, por caridade,
para julgá-la? O catecismo da Igreja Católica explica isso muito bem. Diz que
eles não devem ser discriminados, mas integrados à sociedade. O problema não é
ter essa tendência. Não! Devemos ser como irmãos. O problema é fazer
lobby."
São
palavras do papa Francisco ao deixar o Brasil, no voo entre Rio e Roma. A
mensagem é esperançosa, mas, ao contrário do que o papa diz, o problema no
Brasil é o lobby antigay, liderado pelo deputado federal Marco Feliciano
(PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.
Deputados
que consideram a homossexualidade uma doença propõem a "cura gay".
Querem alterar a resolução do Conselho Federal de Psicologia que impede seus
profissionais de tratar homossexuais como doentes. O que é um gay? Como diz a
palavra inglesa, é uma pessoa alegre. Se os homossexuais são felizes, por que
submetê-los à terapia?
Terapia
é própria para obsessivos, como é o caso de quem odeia constatar que
homossexual é uma pessoa feliz. Isto sim é doença: a homofobia, aliás, como
toda fobia. E há inúmeras: desde a eleuterofobia, o medo da liberdade que, com
certeza, caracteriza os fundamentalistas, até a malaxofobia, o medo de amar
sobretudo quem de nós difere.
Sugiro
aos deputados cortar o mal pela raiz: proibir a promíscua narrativa de
"Branca de Neve e os Sete Anões", a relação pedófila entre o lobo mau
e a Chapeuzinho Vermelho e, na Bíblia, o relato da íntima ligação entre Jônatas
e Davi, aquele que "ele amava como a sua própria alma". (1 Livro de
Samuel, 18).
Segundo
censo do IBGE, há no Brasil 60 mil casais assumidamente gays. São pelo menos
120 mil pessoas que, em princípio, deveriam ser "submetidas a
tratamento". Considerando que a Parada de Orgulho LGBT reúne, em São
Paulo, cerca de 4 milhões de pessoas, haveria que construir uma clínica do
tamanho de 50 Maracanãs para abrigar toda essa gente.
O
processo terapêutico certamente teria início com uma sessão de exorcismo, já
que, no fundo, a obsessão fundamentalista considera a homossexualidade muito
mais coisa do demônio do que doença.
Outra
sugestão é comprar um armário para cada gay e obrigá-lo a ficar lá dentro.
Dizem os moralistas que qualquer um tem direito de ser gay, não deve é sair do
armário.
Imagino
que, terminado o processo de "cura gay", haverá uma grande Parada de
Ex-Gays subindo a rampa da Câmara em Brasília para agradecer aos deputados que,
iluminados, aprovaram a medida.
Ainda
que todos os gays sejam confinados na clínica dos deputados, de uma coisa não
poderão se queixar: será divertido contar ali com shows de Daniela Mercury e
sir Elton Hercules John.
Saiba
Feliciano que Alan Chambers, ex-presidente da associação Exodus International,
destinada a curar gays, declarou em junho deste ano que também é gay, pediu
perdão pelos sofrimentos causados a homossexuais e fechou a entidade.
À
luz do Evangelho, o melhor é seguir o conselho de santo Agostinho: "Ama e
faz o que quiseres." Ou, como diz Francisco, sejamos todos irmãos.
CARLOS ALBERTO LIBANIO CHRISTO, 68, o Frei Betto, é
assessor de movimentos sociais e escritor, autor de "O que a Vida me
Ensinou" (Saraiva).
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